opinião

Rejeitar o fundamentalismo quotista

Portugal já tem Lei da Paridade. Não precisa da nova lei para nada.
Enquanto a lei actual é estímulo contido em proporções ainda aceitáveis, a nova proposta amplia a imposição coerciva para 40% e agrava ao absurdo o colete de forças: muda as regras de ordenação; altera o regime de substituição, impondo uma linhagem sexista, como se houvesse coligação de sexos; e agrava o regime de penalização para partidos e coligações.

Em suma, invade grosseiramente a esfera privada de decisão dos partidos e, portanto, lesa gravemente o espaço de liberdade e de autodeterminação das forças políticas.

TEM/CDS

TEM pede reunião entre comissão política do CDS e deputados para discutir lei da paridade

“Consideramos que este é um assunto tão importante para o funcionamento do sistema político e da liberdade dos partidos que é fundamental que a Comissão Política Nacional do CDS reúna, urgentemente, em conjunto com o grupo parlamentar para apreciar o assunto e decidir a posição a tomar”, anunciou a TEM, em comunicado.
Serão nulas as listas eleitorais que não cumpram 40% por género