opinião

A Mulher, o feminismo e a lei da paridade

(…) os movimentos feministas deveriam inquietar-se, sim, com questões fundamentais, particularmente as relacionadas com a vida laboral e a sua conciliação com o que é a natureza da mulher e as suas reais preocupações. Contudo, o activismo feminista actual não procura satisfazer o que as mulheres precisam, mas apenas o que pretende uma poderosíssima minoria de mulheres. Este activismo tornou-se, inclusivamente, desprestigiante para a mulher.

TEM/CDS

Movimento no CDS-PP quer partido mais “pró-vida e pró-família”

A agenda [da TEM] baseia-se na invocação de princípios éticos “pró-vida” e “pró-família”. Relativamente à despenalização do aborto, por exemplo, os subscritores da moção argumentam que “é da maior relevância informar adequadamente o público bem como os decisores políticos, de forma a inverter o sentido que a legislação tomou em Portugal. A mulher é dona do seu corpo, mas não o é da criança que está a desenvolver-se no seu interior”.