Arquivo videográfico

I Congresso do CDS
25 de Janeiro de 1975, Palácio de Cristal, Porto

 

Intervenção de Adelino Amaro da Costa no I Congresso do CDS, no Palácio de Cristal, no Porto (8:42).
Distúrbios manifestações e confrontos com as forças de ordem e segurança no exterior.

  
Intervenção de Diogo Freitas do Amaral, presidente do CDS, sobre a possível conciliação entre o programa do CDS e o programa do Movimento das Forças Armadas (MFA). Os objetivos do CDS para o desenvolvimento e progresso democrático em Portugal, as reformas em Portugal, repudia tanto a estagnação paralisante, como a revolução violenta, a democratização do país e o pluralismo político, a descentralização e as autonomias regionais, o regime político e o sistema administrativo baseados no apelo frequente ao voto popular através do referendo nacional e local, a ajuda ao desenvolvimento dos novos países de língua portuguesa, construção da Europa unida, onde Portugal possa ser membro de pleno direito, política interna, a defesa dos mais pobres e desprotegidos, a salvaguarda do direito à greve, garantir o pleno emprego e acelerar o crescimento do salário mínimo, reduzir as desigualdades salariais, promover a criação de sistema nacionais que garantam habitação condigna, segurança social completa, educação e saúde gratuitas, a orientação cristã do CDS e a sua admissão na União Europeia das Democracias Cristãs e refere a importância da família na sociedade e a liberdade religiosa.

Declarações de Diogo Freitas do Amaral sobre os incidentes registados com manifestantes de esquerda que cercaram o Palácio de Cristal, deixando os congressistas entrincheirados no interior, refere que se trata do I Congresso de um partido legalizado, o comunicado do presidente do Supremo Tribunal de Justiça confirmando a legalização do CDS como partido político, o facto de estarem cercados é uma situação desprestigiante para as autoridades policiais que não conseguem garantir a segurança e desprestígio internacional para Portugal, na presença de delegações estrangeiras.

 

Destruição da sede do CDS, Porto

Porto, manifestantes de extrema-esquerda destroem sede do Centro Democrático Social (CDS), na sequência da instabilidade provocada pela intentona de 11 de Março.

 

Golpe de 25 de Novembro

Documentário sobre a tentativa de golpe de estado ocorrido no dia 25 de novembro de 1975, levado a cabo por elementos militares mais próximos da esquerda radical, mas que as forças fiéis à Presidência sob o comando de Ramalho Eanes conseguiram neutralizar. Foi o momento em que durante todo o período do pós-25 de abril o país mais se aproximou duma possibilidade de guerra civil, mas o seu fracasso acabou por ditar para todos os efeitos o fim do PREC.

 

CDS rejeita a Constituição da República Portuguesa 1976

Assembleia Constituinte, discussão, votação e aprovação da primeira Constituição da República Portuguesa, após o 25 de Abril 1974, trabalhos conduzidos por Henrique Queirós de Barros, Presidente da Assembleia Constituinte e pelo Secretário da Assembleia, António Arnaut. Intervenção do Deputado e Presidente do Partido do Centro Democrático Social (CDS) Diogo Freitas do Amaral. Presidente da Assembleia Constituinte dá início à votação global do texto da Constituição, bancada do CDS vota contra, destaque para voz que grita “reaccionários”, todos os restantes Deputados, incluindo os Deputados independentes e o Deputado de Macau, votam a favor.