entrevista

Há um ‘Tea Party’ no CDS e Cristas não fala dele

Quem nos acusa de falta de representatividade, então está a acusar o CDS de falta de representatividade no país. Nós valemos 10% no congresso e a alternativa à atual liderança vale 30% no congresso. Não é para ignorar, não é falta de representatividade, é o que é. Uma líder inteligente e que agrega tem de ter em conta estas diferentes sensibilidades e tem de tentar conciliar, ouvir, escutar.

conferência

Combater o Politicamente Correcto

«Vivemos numa ditadura do “politicamente correcto”, onde uma certa esquerda (…) tomou conta dos meios de comunicação social, tomou conta dos partidos e até do governo, impondo, paulatinamente, através de legislação e de opinião publicada, os ditames do que é certo do que é certo, do que é errado, do que é permitido, do que é proibido, e em consequência também por nos vir a punir (…) com multas, com coimas e até com prisão.”

opinião

A tragédia de Rio e a salvação do PCP

Dias curiosos estes, em que o PCP tem mais juízo que Rui Rio, Teresa Leal Coelho ou Paula Teixeira da Cruz.
Rui Rio, cada vez mais trágico, veio fazer a apologia da eutanásia, talvez pensando no que se pode poupar matando os doentes em vez de deles cuidar. Já o PCP vota em bloco contra a eutanásia, rejeitando a cultura da morte, defendendo a vida e colocando-se do lado certo!

opinião

Rejeitar o fundamentalismo quotista

Portugal já tem Lei da Paridade. Não precisa da nova lei para nada.
Enquanto a lei actual é estímulo contido em proporções ainda aceitáveis, a nova proposta amplia a imposição coerciva para 40% e agrava ao absurdo o colete de forças: muda as regras de ordenação; altera o regime de substituição, impondo uma linhagem sexista, como se houvesse coligação de sexos; e agrava o regime de penalização para partidos e coligações. (…) invade grosseiramente a esfera privada de decisão dos partidos e, portanto, lesa gravemente o espaço de liberdade e de autodeterminação das forças políticas.