Sou voluntário

Respondi ao apelo do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) para «auxiliar as Forças Armadas, nas ações que estas vão desenvolver em apoio dos Portugueses, em reforço do Serviço Nacional de Saúde (SNS).»

Sou civil, não tenho formação militar.

No meu ano de recenseamento todos passaram à reserva territorial, e prossegui os meus estudos em engenharia.

Não sou médico ou enfermeiro, mas quero ajudar.

O combate que temos que travar contra a pandemia do Covid-19 é verdadeiramente o maior das nossas vidas, porque é um combate de vida ou morte.

Sendo certo que este vírus destruirá o futuro próximo dos nossos filhos, pois tempos conturbados se seguirão, temos o dever de fazer, AGORA, tudo quanto nos seja possível para que sejam poupadas, o mais possível, vidas humanas.

Que sejam poupadas as vidas dos nossos avós, tios, primos, irmãos, amigos e vizinhos, as vidas do nosso povo.

Por este motivo, voluntariei-me para prestar serviço no Regimento de Cavalaria nº 6, em Braga. Digo presente!

Que seja esta uma oportunidade para, de uma forma muito modesta, pagar a enorme dívida de gratidão que todos nós, portugueses, temos para com a instituição militar, que, ao longo de oito séculos de História, sempre esteve à altura dos mais difíceis combates.

Numa guerra como esta, biológica, contra um inimigo infiltrado entre os nossos e invisível, ficaria muito mais tranquilo se a cadeia de comando das operações fosse militar e não uma civil, impreparada e pouco capaz.

Vivam as Forças Armadas Portuguesas!

Viva Portugal!

Seja voluntário!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *