Deixem as Crianças em Paz

A educação dos filhos é provavelmente a mais importante missão na vida de qualquer homem ou mulher que constituiu família.

Trata-se de um dever, mas também um direito, consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição da República Portuguesa:

“Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos”, conforme se pode ler no nº 4, do artigo 26º, da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

“Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”, conforme se pode ler nº 5 do artigo 36º da Constituição.

Apesar de consagrados estes deveres e direitos, temos vindo a assistir a uma tentativa de introdução, furtiva e progressiva, da ideologia de género nas escolas, sob o falso pretexto de combate à discriminação e à promoção da igualdade entre sexos, entre homens e mulheres.

Assim, parece não estar assegurada a garantia também consagrada na Constituição, no seu número nº 2 do artigo 43º, de que:

“O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas (…) políticas [ou], ideológicas”.

Perante a tentativa de imposição de conteúdos programáticos nas escolas que violam estes direitos humanos e de cidadania, não restará aos pais outra coisa senão impedí-lo utilizando todos os instrumentos processuais, administrativos e jurídicos à sua disposição, seja contra os órgãos de governo, contra as direcções escolares ou mesmo contra os seus agentes.

Deixem as crianças em paz!

Mário Cunha Reis
Engenheiro e Pai

One thought on “Deixem as Crianças em Paz

  1. O famigerado despacho das casas de banho contém no seu artigo quinto a frase “transição social de género(…)”. Não é biológia, nem ciência. É ideologia pura!.

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